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Com rejeição de contraproposta Sindicato dos Servidores Municipais busca nova negociação com o Executivo

Segundo o Sindicato a contraproposta do Executivo era equivalente a R$ 3,60 no salário base

16 maio 2018 - 08h29Por Da redação

Antônio Carlos Modesto presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, esteve na Câmara Municipal e fez uso da tribuna livre para expor sobre questões do pedido de reajuste salarial dos servidores municipais.

Ele disse que o andamento das negociações do acordo coletivo anual da categoria devem continuar, já que em Assembleia, realizada segunda-feira (14), a categoria rejeitou a contraproposta feita pela Prefeitura,  de 0,2% somente para os efetivos e sem o vale refeição escalonado. Para ele o valor é irrisório e equivale a R$ 3,60 considerando a inflação, aumentado no salário base. “Com esse valor, nós não conseguimos comprar nem um espetinho por mês” falou Modesto.

Com o valor considerada muito aquém dos 6,81% requisitados pelo Sindicato, foi explicado também que esse reajuste no salário-base de efetivos e comissionados, não ocorre há três anos. Além disso, outro pedido foi que houvesse  reajustes escalonados no tíquete alimentação dos servidores.

Ainda na tribuna Modesto disse que a situação é inusitada porque a administração estaria descontando o ganho real concedido em 2017, neste ano de 2018, o que ele considerou desprestigio à categoria e gerou a rejeição da proposta por unanimidade.

Em entrevista ele disse que o descontentamento é geral e espera que os valores possam ser estudados de uma melhor maneira, “Os servidores rejeitaram a proposta que significa quase nada, na quarta-feira (16) nós teremos reunião com o prefeito e vamos fazer uma nova negociação, se tiver uma nova contraproposta apreciativa vamos decidir em Assembleia o aceite ou não” explicou.

Ele ainda disse que sentiu falta do prefeito e do secretário de governo na última reunião e solicitou o apoio da Câmara para a condução das negociações.

Modesto afirmou que acredita no bom senso do Executivo e que caso não haja acordo possibilidades de paralisação ou greve podem ser cogitadas.

Em seus pronunciamentos, os vereadores declararam apoio aos servidores, sendo sugerida a criação de uma comissão que acompanhe as negociações, de forma a encontrar uma solução intermediária para o impasse.

 

Fonte: Expressão MS

 

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